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Institutos de pesquisa precisam tirar a bunda da cadeira e comprovar esta “desaprovação” absurda de Fátima que só eles enxergam

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Por Caio César Muniz (Jornalista).

A governadora Fátima Bezerra é incansável. Ela não para e sua agenda desafia os ponteiros do relógio e o marcador de quilometragem das estradas do RN. Mesmo para uma senhora de setenta anos de vida, que não está concorrendo a nenhum cargo público, ela mostra uma energia invejável para muitos jovens dos nossos dias.

Em suas passagens por feiras-livres, eventos públicos para todas as vertentes políticas, ela tem dificuldade em caminhar por poucos metros sem que seja abordada por pessoas que a queiram abraçar, tirar foto, declarar a sua admiração por ela.

Ainda assim, as pesquisas recentes no RN apontam que Fátima amarga uma desaprovação totalmente incompreensível para quem fez uma verdadeira revolução na malha viária do Estado. Coisa que não acontecia, em alguns casos, há mais de quarenta anos e mesmo com os maiores investimentos em segurança das últimas décadas. Isso pra não esticar muito a conversa.

O nosso jornalismo, em sua grande maioria atualmente preguiçoso, sobrevive de releases institucionais e não bota mais a cabeça pra fora pra acompanhar uma agenda. Culpam a comunicação governamental e aguardam o desfecho das pautas, cobrando tudo, texto, imagem, sons e vídeos na tranquilidade de seus sofás, publicando, sem qualquer contestação (e nem podem), o que dizem as pesquisas.

Citarei dois exemplos recentes desta contradição aparente na “reprovação” de Fátima. Sua presença do Festival Gastronômico de Martins, no Oeste potiguar e sua passagem pela Feirinha de Sant´Ana, em Currais Novos, no Seridó.

Apesar da governadora estar ladeada por apoiadores, ele se arrisca em caminhar, sair deste espaço de comodidade e circular em meio ao público. Nestes “passeios” rarissimamente percebe-se manifestações contrárias à sua presença ou mesmo qualquer ato de insatisfação, ao contrário, Fátima é abraçada e cortejada por grande maioria.

Lembrando ainda que nestes dois casos, foram eventos que reúnem pessoas de várias regiões do Estado, assim, temos, semelhante às estratégias das pesquisas, pelo menos em tese, uma diversificação de opiniões descentralizadas.

Desta forma, sugiro que os Institutos revejam o formato, destas avaliações, alguma coisa não está batendo entre o que são os números e o que se vê, de fato. Não é possível que esta impressão seja de todo errada, e ela vem também de fora da bolha petista, esquerdista, progressista. É claro que ninguém está falando em unanimidade, isto não existe, mas a suposta “rejeição” de Fátima, carece ser melhor explicada.  

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