Por Caio César Muniz (Jornalista).
Na semana passada o pré-candidato a governador do Estado e ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, em uma entrevista de rádio arrotava soluções e apontava o dedo para problemas que ele já identificou na Instituto de Previdência do Rio Grande do Norte.
No mesmo instante em que dava a sua entrevista, os conselheiros da PREVI/MOSSORÓ, até ontem sob o cajado de Allyson, discutiam o parcelamento de uma dívida da Prefeitura Municipal com aquele Instituto em 25 anos (300 meses).
O parcelamento é fruto de um rombo financeiro deixado por Allyson e, de certa forma acatado pelo seu sucessor e primo, Marcos Bezerra, mas, para pregar de bom moço e responsável, somente agora foi colocado em prática, para eximí-lo da culpa por mais este dano aos servidores públicos municipais.
Allyson é um Robinson Faria piorado. Sua primeira gestão, quando pegou dinheiro em cofre deixado por Rosalba Ciarlini (Finisa) e Beto Rosado, foi exitosa. Atirou com a pólvora alheia. No segundo, o dinheiro acabou e ele, com o aval de bancada da Câmara de Vereadores subserviente, fez empréstimos vultosos e com juros altíssimos. Resultado: Mossoró está quebrada.
Segundo relatórios fiscais da própria Prefeitura de Mossoró ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN), o município terminou o primeiro quadrimestre de 2026 com uma Dívida Consolidada Líquida de R$ 693.205.172,53 e quase R$ 9 milhões em despesas liquidadas sem pagamento. Veja matéria mais completa sobre este tema abaixo.
Marcos, o primo e agora prefeito sabia disto e agora tem a responsabilidade de resolver o problema. A prioridade então, começou por mexer, como todos fizeram, na Previdência municipal. Mas o dedo sujo de Allyson só aponta para a frente e como no dito popular, “o macaco não olha pro seu próprio rabo”.
Allyson Bezerra triplica a dívida da Prefeitura de Mossoró no mandato
(Diário do RN)
https://diariodorn.com.br/allyson-bezerra-triplica-a-divida-da-prefeitura-de-mossoro-no-mandato/












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