Por Abdias Duque de Abrantes
Assessor de Comunicação Social da II URSAP
Técnicos da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), da II Unidade Regional de Saúde Pública (II Ursap), do Laboratório Regional de Mossoró (LAREM) e da Secretaria Municipal de Saúde de Mossoró participaram de uma reunião terça-feira (2) de junho na Secretaria Municipal de Saúde de Mossoró para traçar estratégias sobre a aplicação espacial a ultrabaixo volume (UBV), popularmente chamado fumacê em cinco bairros de Mossoró.
Participaram da reunião a Chefe do Programa Estadual das Arboviroses, Sílvia Dinara do Nascimento Alves, os técnicos do Programa Estadual das Arboviroses, Wlademir de Araújo Soares e Francisco Batista da Silva, a coordenadora da Equipe Técnica da II Ursap, enfermeira Ana Clara de Souza Rêgo, a Referência da Vigilância Epidemiológica da II Ursap, Lucélia Jamille Pansard, Neiza Cristina Silva de Oliveira Dantas do LAREM, a farmacêutica do LAREM, Izabel Angélica da Conceição Freire, a Diretora de Vigilância em Saúde de Mossoró, Keila Brandão Muniz Tomaz, o técnico do Programa de Arbovirose do Municípío, Sandro Elias de Medeiros, o diretor da Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ) em Mossoró, João Paulo Lopes, a técnica na Coordenação do SINAM de Mossoró, Katiucia Katherine Duarte Garcia, dentre outros.
“Os bairros com transmissão de dengue em Mossoró são Abolições, Barrocas, Bom Jardim, Paredões e Santo Antônio. Na próxima semana terá início a operação”, disse o coordenador do Programa de Arboviroses da II Ursap, José Lázaro França de Araújo.
“Antes da aplicação é necessário realizar um trabalho de conscientização junto à população para que as pessoas possam abrir portas e janelas, de maneira a facilitar a entrada das gotículas no domicílio. Para se obter maior sucesso com essa ação, as gotículas de inseticidas geradas pelo equipamento devem penetrar no interior dos quintais e das casas, nos locais onde os mosquitos são encontrados”, ressalta o coordenador do Programa de Arboviroses da II Ursap, José Lázaro França de Araújo.
A Chefe do Programa Estadual das Arboviroses, Sílvia Dinara do Nascimento Alves, explica que o fumacê é uma medida adicional no combate ao mosquito. No entanto, segundo ela, não é o meio ideal, que deve estar sempre focado na eliminação dos criadouros.
“Quando usamos o fumacê, quer dizer que a estratégia de prevenção não foi suficiente porque a gente está combatendo o mosquito adulto. Temos de focar no uso de larvicidas para não deixar o mosquito nascer. É fundamental que o município faça isso com o apoio dos agentes de combate a endemias entrando na casa das pessoas, fazendo uma ação focalizada”, orienta.














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