Por Henes Dácio Urbano Muniz.
Há poucos dias foi dito nesse mesmo espaço escritural que seria bom assistir Messi jogar porque ele, Messi, é melhor que diversas seleções no mundial.
Qualquer insuficiência do autor pra descrever esse jogador genial, se dá pela ignorância do mesmo tentar explicar esse fenomenal atleta futebolístico.
Esse sujeito humilha os bons jogadores. Onde outros craques destoam, ele impressiona pelo desempenho, aproveitamento, longevidade e plasticidade.
Agora, nesse dia, esse cara é o sujeito com maior número de partidas em copas do mundo (27), maior número de gols marcados (16), e o torneio mal começou pra uma Argentina que me dá o desgosto de torcer por ela, só por essa inexplicável figura antológica.
É digno de se anotar as suas melhores obras.
Se fosse pintor, não seria menor que Van Gogh. Caso quisesse escrever, não poderia ser menor que Drummond e tudo mais que se possa anotar, ele não seria menor em estilo e legitimidade.
É legal assistir bons jogadores, mas é imoral ver Lionel com o tratamento na bola. Parece que ele a trata com desdém. Que sujeito esnobe!
É inadmissível que outros camisas dez façam melhor do que ele, porque, se assim o fizer, não será aceito, e se outros não fizerem o que essa “coisa” faz, troquem às vossas camisetas por números mais modestos, pois, não é aceitável fazer menos que Messi e usar a blusa mitológica.
O canhestro autor gosta de futebol, mas agora não sabe se ama mais ou se menos, simplesmente por não se contentar com pouco e por supor que mais é impossível. Na tentativa de achar o culpado nesse dilema paradoxal, vai aguardar o CR7, que também é muito “metido” nesse negócio.
Messi representa a genialidade, CR7 o profissionalismo. Um e outro fazem olhar com outras vistas pra o futebol.
O torcedor tá cansado de jogadores desajeitados. Ja não se satisfazem com o que se possa apresentar num campo de futebol, pois daqui pra frente o nível subiu consideravelmente.
Ainda faltam dois jogos pra Argentina, e é recomendável pedir um aumento no preço dos ingressos por quê uma coisa é ir assistir um jogo de futebol, e outra absurdamente superior é ir ver um jogador fazendo os demais não serem nada.













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